Serviços param de crescer em novembro após nove meses de altas

O setor de serviços registrou recuo de 0,1%, em novembro de 2025 na comparação com outubro, conforme dados divulgados, ontem, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS).

O resultado interrompeu uma sequência de nove altas consecutivas, período em que o setor que é o que mais emprega e é o principal motor do Produto Interno Bruto (PIB), havia acumulado avanço de 3,8%. Ainda assim, o volume de serviços permanece 20% acima do nível pré-pandemia. 

Duas das cinco atividades pesquisadas apresentaram queda no penúltimo mês de 2025, conforme os dados do IBGE. O recuo mais intenso veio de transportes, com baixa de 1,4%, seguido por informação e comunicação, que caiu 0,7%. Em sentido oposto, os serviços profissionais, administrativos e complementares avançaram 1,3%, enquanto o grupo de outros serviços cresceu 0,5%. Já os serviços prestados às famílias ficaram estáveis e não tiveram alteração percentual no período.

Os principais impactos positivos nessa comparação vieram de informação e comunicação, com avanço de 3,4%, e de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que cresceram 2,5%. Também apresentaram resultados positivos os serviços profissionais, administrativos e complementares, com alta de 3,2%, e os outros serviços, que avançaram 1,9%.

Dinamismo

De acordo com Rodrigo Logo, gerente da PMS do IBGE, os avanços sucessivos no volume de serviços prestados que levaram o setor a renovar patamares recordes mês a mês até outubro, permanecem calcados em apenas dois segmentos: transportes e serviços de informação e comunicação. "O cenário é de crescimento continuado no setor de serviços, puxado por dois setores", afirmou.

De acordo com o técnico do IBGE, o setor de serviços de tecnologia da informação "segue muito dinâmico", beneficiado por uma mudança estrutural em curso, sobretudo, desde a pandemia de covid-19.

Na avaliação de Lobo, variáveis conjunturais, como juro alto e inflação, não têm tanta relevância para a demanda do segmento e essa queda de 0,1% na margem, em novembro, ainda não dá para cravar que seria início de uma trajetória declinante, "deixando para trás os melhores momentos do setor de serviços, em que renovava mês a mês pico da série". "O setor de serviços se descola de alguma forma das variáveis macroeconômicas", disse. (Com Agência Estado)

Fonte: correiobraziliense

Cotações e Índices

Moedas - 14/01/2026 11:00:00
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 5,369
  • 5,372
  • Paralelo
  • 5,349
  • 5,352
  • Turismo
  • 5,408
  • 5,575
  • Euro
  • 6,250
  • 6,266
  • Iene
  • 0,034
  • 0,034
  • Franco
  • 6,696
  • 6,713
  • Libra
  • 7,219
  • 7,223
  • Ouro
  • 800,689
  • 800,849
Mensal - 30/12/2025
  • Índices
  • outubro/2025
  • novembro/2025
  • Inpc/Ibge
  • 0,03
  • 0,03
  • Ipc/Fipe
  • 0,27
  • 0,20
  • Ipc-di/Fgv
  • 0,14
  • 0,28
  • Igp-m/Fgv
  • -0,36
  • 0,27
  • Igp-di/Fgv
  • -0,03
  • 0,01
  • Selic
  • 1,22
  • 1,00
  • Poupança
  • 0,68
  • 0,66
  • TJLP
  • 0,76
  • 0,76
  • TR
  • 0,18
  • 0,17

Agendas Tributárias

  • 14/Janeiro/2026 – 4ª Feira.
  • IOF | Imposto sobre Operações Financeiras.
  • IRRF | Imposto de Renda Retido na Fonte.

Rua Luís Góis, 1592, Mirandópolis, São Paulo - SP
Cep: 04043-200  |  Fone: 11. 5079 8588  |  Fax: 11. 5079 8585
contato@planaudi.srv.br

Desenvolvido pela TBrWeb
( XHTML / CSS )