Salário lidera decisão por emprego, mas benefícios e equilíbrio pesam na escolha

O salário segue como o principal fator que leva profissionais a escolher um emprego no Brasil, mas não garante, sozinho, a permanência nas empresas. É o que mostra o primeiro capítulo da série Panorama do Trabalho no Brasil, mapeamento realizado pela Serasa Experian com 1.521 profissionais de diferentes gerações e regiões do país.

De acordo com o levantamento, a remuneração é apontada por 33,1% dos entrevistados como o critério mais importante para escolher e manter um emprego em 2025. O índice representa um aumento em relação a 2023, quando era de 31,1%.

Depois do salário, aparecem o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, citado por 16,2%, e a estabilidade e plano de carreira, mencionados por 11,2%. Em 2023, esse último fator tinha peso maior, com 15,3% das respostas.

Outros critérios aparecem com menor frequência na decisão dos profissionais. Benefícios como plano de saúde e vales são citados por 6,9%, enquanto o modelo de trabalho remoto ou híbrido aparece com 6,1%. Já fatores como senso de propósito no trabalho (3,7%), localização da empresa (3,7%), flexibilidade de horários e forma de trabalhar (6,6%) e escopo e autonomia das atividades (2%) também são mencionados.

Diferenças entre gerações

O peso do salário varia entre as gerações. Entre os Millennials — nascidos aproximadamente entre 1981 e 1996 —, 36,6% apontam a remuneração como principal critério na escolha de um emprego, seguidos pela Geração Z (1997 a 2012), com 35,3%, e pela Geração X (1965 a 1980), com 31,2%. Entre os Baby Boomers (1946 a 1964), o percentual é menor: 21,3%.

Já a estabilidade e o plano de carreira ganham mais relevância entre profissionais mais experientes. O fator é apontado por 12,5% dos Baby Boomers e por 10,9% da Geração X.

O equilíbrio entre vida pessoal e profissional aparece em todas as gerações: 13,4% entre a Geração Z, 16,9% entre Millennials, 16,5% na Geração X e 16,2% entre Baby Boomers.

O que é inegociável

A pesquisa mostra ainda que, quando o tema é aceitar uma proposta de trabalho, os profissionais indicam alguns critérios considerados indispensáveis.

Benefícios estruturais, como plano de saúde e vales, aparecem em primeiro lugar: 44,1% dizem que não aceitariam uma vaga sem esse tipo de oferta. Em seguida, vêm práticas que promovam equilíbrio entre vida pessoal e profissional (30,5%) e estabilidade e plano de carreira (26,9%).

Outros fatores também aparecem como impeditivos quando não são oferecidos pelas empresas. A ausência de bônus e remuneração variável é citada por 21% dos entrevistados, seguida pela falta de possibilidade de trabalho remoto ou híbrido (19,1%), de autonomia para tomar decisões (16,8%) e de oportunidades de aprender e trabalhar com tecnologias e inovação (13,3%).

Também aparecem na lista flexibilidade de horários e forma de trabalhar (24,9%), transporte facilitado ou estacionamento gratuito (10,2%) e ambiente que promova diversidade e inclusão (10,3%).

Segundo Fernanda Guglielmi, gerente de Recursos Humanos da Serasa Experian, os dados mostram mudanças na forma como profissionais avaliam a relação com o trabalho.

O salário continua sendo a principal porta de entrada, mas ele não sustenta sozinho uma relação de longo prazo. O que o mapeamento mostra é um profissional mais consciente, que entra pelo pacote financeiro, mas avalia a permanência a partir da experiência real que a empresa oferece no dia a dia, como equilíbrio, previsibilidade e coerência entre discurso e prática”, afirma.

O levantamento foi realizado entre novembro e dezembro de 2025 com 1.521 profissionais economicamente ativos ou em busca de emprego. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Fonte: noticias.r7

Cotações e Índices

Moedas - 11/03/2026 18:30:00
  • Nome
  • Compra
  • Venda
  • Comercial
  • 5,154
  • 5,164
  • Paralelo
  • 5,134
  • 5,144
  • Turismo
  • 5,190
  • 5,358
  • Euro
  • 5,960
  • 5,968
  • Iene
  • 0,033
  • 0,033
  • Franco
  • 6,648
  • 6,664
  • Libra
  • 6,964
  • 6,968
  • Ouro
  • 864,318
  • 864,492
Mensal - 30/12/2025
  • Índices
  • outubro/2025
  • novembro/2025
  • Inpc/Ibge
  • 0,03
  • 0,03
  • Ipc/Fipe
  • 0,27
  • 0,20
  • Ipc-di/Fgv
  • 0,14
  • 0,28
  • Igp-m/Fgv
  • -0,36
  • 0,27
  • Igp-di/Fgv
  • -0,03
  • 0,01
  • Selic
  • 1,22
  • 1,00
  • Poupança
  • 0,68
  • 0,66
  • TJLP
  • 0,76
  • 0,76
  • TR
  • 0,18
  • 0,17

Agendas Tributárias

  • Previdência Social (INSS) | GPS - Envio ao sindicato.
  • Comprovante de Juros sobre o Capital Próprio-Pessoa Jurídica.
  • IPI | Imposto sobre Produtos Industrializados.

Rua Luís Góis, 1592, Mirandópolis, São Paulo - SP
Cep: 04043-200  |  Fone: 11. 5079 8588  |  Fax: 11. 5079 8585
contato@planaudi.srv.br

Desenvolvido pela TBrWeb
( XHTML / CSS )